Para saber se assinar compensa, não basta comparar a parcela com o valor do carro. O custo real de ter um veículo premium tem três partes que a maioria esquece. Quando você as coloca no papel, a conta muda de figura.
1. Depreciação
Um carro premium perde, em média, cerca de 25% do valor nos primeiros 24 meses. Num carro de R$ 500 mil, isso é em torno de R$ 125 mil que evaporam do seu bolso, mesmo que ele fique parado na garagem. Na compra, essa perda é toda sua. Na assinatura, é da Alto.
2. Custo de oportunidade
O dinheiro travado no carro é dinheiro que deixou de render. Com a Selic alta, meio milhão parado na garagem deixa de gerar um retorno relevante todo mês. A assinatura libera esse capital para onde ele trabalha e te deixa com o carro do mesmo jeito.
3. Imposto (para empresas)
No Lucro Real, a parcela da assinatura entra como despesa dedutível e reduz a base de IRPJ e CSLL, com crédito de PIS/COFINS no regime não cumulativo. O carro também não entra no imobilizado, então não trava capital nem aparece como bem a depreciar.
Some depreciação evitada, capital rendendo e imposto a menos. Esse é o custo real que decide se a assinatura vale a pena para o seu caso.
